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A patologia fetal é uma área cada vez mais requisitada, pois os avanços em técnicas e exames para avaliação fetal e diagnóstico pré-natal de doenças fetais aumentaram a necessidade de exames anatomopatológico detalhados. O papel do patologista compreende a avaliação de abortamento, perdas fetais precoces e óbito fetal, e a realização de exames macro e microscópico da placenta.

Dados do Instituto Nacional de Câncer (INCA) apontam uma ocorrência de cerca de 600 mil novos casos de câncer no Brasil entre 2016 e 2017. Destes, os tipos mais frequentes são: pele não-melanoma, próstata, mama, colo do útero, pulmão, intestino, estômago e cavidade oral.

Nesse cenário, é fundamental o investimento em estratégias de prevenção e detecção precoce dessas doenças, garantindo melhores chances de cura e sobrevida da população. Na batalha contra o câncer, um dos protagonistas é o médico patologista. Esse profissional é responsável por diagnosticar praticamente todos os tipos de câncer, além de ajudar a definir o melhor tratamento para o paciente.

Revestido pela mucosa gastrointestinal, o tubo digestivo (esôfago, estômago e intestino) é composto de órgãos tubulares em que o alimento é deslocado por meio de contrações de sua parede. No esôfago, a mucosa é constituída por epitélio e tem função protetora. Já no estômago e no intestino, é constituída por glândulas que ajudam na digestão e na absorção de alimentos.

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