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Detectada maior frequência de câncer de mama em pacientes com mamas mais densas

Um estudo recente publicado no Radiology indicou que estatísticas mais elevadas relacionadas ao câncer de mama foram notadas em mulheres com mamas classificadas como ‘mais densas’.

 

Na publicação, foram levados em conta aspectos como ‘taxas mais elevadas de câncer de mama de intervalo e detectado por triagem’, ‘mais doenças com linfonodos positivos’ e ‘chamada de volta’. A pesquisa contou com o uso de um software automatizado que classificou as densidades das mamas.

Os médicos responsáveis pelo estudo, liderados pela Dra. Nataliia Moshina (Ph.D. do Cancer Registry Of Norway), afirmaram ter realizado 307.015 triagens com 107.949 mulheres de 50 a 69 anos, entre os anos de 2007 e 2015. 

Os resultados das pesquisas nas avaliações de triagem foram divididos entre as taxas de mulheres com mamas classificadas como ‘não-densas’ e as com mamas classificadas ‘densas’, sendo os seguintes:

Chamada de volta:

Não-densas: 2,7%

Densas: 3,6%

Biópsias:

Não-densas: 1,1%

Densas: 1,4%

Câncer detectado por triagem:

Não-densas: 5,5 por 1.000 exames, com diâmetro médio de 15,1 mm

Densas: 6,7 por 1.000 exames, com diâmetro médio de 16,6 mm

Câncer de mama de intervalo:

Não-densas: 1,2 por 1.000 exames

Densas: 2,8 por 1.000 exames

Sensibilidade:

Não-densas: 82%

Densas: 71%

Especificidade:

Não-densas: 98%

Densas: 97%

Doença com linfonodo positivo:

Não-densas: 18%

Densas: 24%

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