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Agência Internacional de Pesquisa em Câncer terá diretora brasileira

A Agência Internacional de Pesquisa em Câncer (AIPC), ligada à Organização Mundial da Saúde (OMS), terá uma nova diretora brasileira. Pela primeira vez na história, a gestão será comandada por uma mulher. A pesquisadora tem como foco principal formas de prevenção da doença.

 

São 300 pesquisadores da Agência Internacional de Pesquisa em Câncer, em Lyon, na França, conectados a uma rede internacional com mais de meio milhão de cientistas e voluntários. Lá, fazem diversos estudos sobre novas formas e alternativas de prevenção do câncer, avaliando se funcionam.

Um bom exemplo, e mais recente, é a prevenção do câncer de colo de útero. A causa da doença era desconhecida cerca de 30 anos atrás e, hoje, existe até uma vacina contra o vírus do papiloma. Se fala até em erradicação desse câncer.

Elisabete Weiderpass nasceu em São Paulo e estudou epidemiologia no Rio Grande do Sul. Depois disso, foi para a Europa e se tornou uma referência mundial nos estudos sobre epidemiologia do câncer. Trabalha em centros de pesquisa na Finlândia, na Suécia e na Noruega. E foram esses países, junto com o Brasil e a França, que a indicaram para assumir o comando da agência. Ela assume o cargo em janeiro de 2019, para um mandato de quatro anos.

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