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Médico patologista é quem pode confirmar se lesão é benigna ou não

O tubo digestivo (esôfago, estômago e intestino) é composto de órgãos tubulares em que o alimento é deslocado por meio de contrações de sua parede e é revestido pela mucosa gastrointestinal. No esôfago, a mucosa é constituída por epitélio e tem função protetora. Já no estômago e no intestino, é constituída por glândulas que ajudam na digestão e na absorção de alimentos.

Esofagite de refluxo, gastrite, úlcera do estômago, úlcera duodenal, câncer do estômago e câncer do intestino. Essas e outras doenças podem ocorrer na região do tubo digestivo. E o diagnóstico delas depende geralmente de exames de laboratório de amostras de tecidos retiradas da mucosa gastrointestinal. As amostras são retiradas por meio do exame de endoscopia.

Chamadas de biópsias endoscópicas gastrointestinais, as amostras são analisadas por um médico patologista, que poderá dar o diagnóstico final das doenças que ocorrem no trato gastrointestinal. No caso, será dado o diagnóstico histopatológico, que servirá de base para os médicos determinarem o tratamento mais adequado ao paciente.

Como no estágio inicial a maioria dos tumores ainda não acometeu outros órgãos e não apresenta sintomas aparentes, os exames endoscópicos do trato gastrointestinal devem ser feitos com mais frequência nos pacientes. Esses exames permitem ao endoscopista observar lesões suspeitas, ainda pequenas, e retirar amostras para o exame histopatológico. O médico patologista, a partir de sua análise, vai confirmar se a lesão é benigna ou maligna e, assim, o diagnóstico será definido e o tratamento iniciado.

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