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Exame ajuda na prevenção de um dos tipos de câncer mais frequentes em mulheres

Entre as mulheres brasileiras, o câncer de colo do útero é o terceiro tumor mais frequente, atrás do câncer de mama e do colorretal. É também é quarta causa mais comum de morte de mulheres por câncer no Brasil.

Como forma de prevenção, o exame de Papanicolau é fundamental, sobretudo para detecção precoce de lesões (displasias) que precedem o câncer de colo do útero e indicação do melhor tratamento antes do seu desenvolvimento. O exame ainda pode identificar alterações que indiquem a presença das células do HPV (vírus do papiloma humano), principal causador deste câncer.

O exame de Papanicolau, que ajudou na redução da mortalidade por câncer de colo do útero nos países em que foi implantado, deve ser realizado ao menos uma vez por ano, por todas as mulheres desde o começo da vida sexual até os 70 anos de idade. No entanto, mulheres que combinem parceiro sexual fixo e três resultados negativos em três anos consecutivos – ou pesquisa molecular negativa para o vírus HPV – pode realizar o exame a cada três anos.

Exame simples e rápido, o Papanicolau é feito a partir da coleta de um raspado de células que revestem a superfície do colo uterino. Essas células coletadas são analisadas no microscópio por um médico patologista ou sob a supervisão de um para observar se há alguma alteração nelas. O médico patologista faz um trabalho quase artesanal na observação dessas amostras coletadas.

No caso, não se trata de um exame laboratorial automatizado. Em sua análise, o médico patologista precisa comparar o que está vendo com anos de prática e conhecimento para identificar se as células representam displasias de baixo ou alto grau. Cada lesão encontrada tem uma conduta ginecológica padronizada para se evitar a progressão para o câncer de colo do útero, por exemplo.

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