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Patologista, fundamental para o diagnóstico do câncer de mama

O câncer de mama é o segundo mais predominante nas mulheres: segundo o Instituto Nacional do Câncer (INCA), estima-se para o triênio 2020-2022 que haja 66 mil novos casos. O desenvolvimento da doença acontece por causa da multiplicação desordenada das células da mama, gerando células anormais e que se proliferam, criando um tumor. 

 

O patologista é imprescindível na diferenciação dessas células anormais, que podem ser de diversos tipos e se comportam de maneira diferente quanto à evolução e ao prognóstico. A partir de sua classificação em relação ao tipo e formato, o médico pode determinar o tratamento correto. A detecção precoce é essencial para identificar o câncer de mama e, a partir dos 40 anos, os riscos começam a aumentar. Por isso, além do autoexame, é fundamental realizar os testes de rotina como a mamografia, indicada para ser feita uma vez ao ano.

 

Uma vez tendo a suspeita, é necessário fazer uma biópsia, em que o fragmento do nódulo será retirado por pequena cirurgia ou agulha (punção) para análise e avaliação do patologista. Posteriormente, o fragmento será encaminhado a um Laboratório de Anatomia Patológica, sendo cortado em microfragmentos. A partir destes, são confeccionadas lâminas que serão analisadas microscopicamente. 

 

 

O médico patologista pode, então, classificar o tipo de câncer de mama, conforme o local em que o tumor iniciou (ductal ou lobular), o tipo de tumor (invasivo ou in situ) e algumas características relacionadas aos aspectos da célula tumoral em comparação às células saudáveis. Podem ser solicitados exames complementares para melhor conclusão diagnóstica. 

 

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