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A placenta é um órgão de interface física entre mãe e feto, primordial para fornecer informações sobre a gestação, provendo todos os nutrientes de que o feto necessita. Para detectar a existência de possíveis patologias, surgiu o exame anatomopatológico da placenta e/ou do feto. Assim, podem ser diagnosticadas lesões morfológicas, confirmando possíveis doenças maternas ou fetais. Uma das dificuldades encontradas é o baixo número de placentas e fetos que são analisados. Isso indica falta de conhecimento sobre a aplicação e a importância do exame.

 

 

 

 

Maria José Madi, de 58 anos, descobriu por acaso que estava com câncer de rim. Ela ia operar a vesícula biliar, e o médico solicitou um ultrassom de rotina. Só que esse exame acabou detectando um tumor no rim direito. Com testes complementares, recebeu o diagnóstico de câncer e, após três dias, foi internada para fazer a cirurgia que retira o órgão. Quatro anos depois, foi localizada metástase no pulmão. Maria segue fazendo tratamento atualmente: “Não me entrego. Mas tive momentos que questionei o porquê disso tudo. Fiquei deprimida, não queria mais me cuidar, não queria mais sair. Demorei muito tempo para entender que agora é que eu tenho que aproveitar minha vida. Então aproveito cada minuto”.

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